Paulo Litro viabiliza investimentos para pavimentação de estrada entre Ramilândia e Santa Helena

12/11/2020 Assessoria Paulo Litro
O Governo do Estado e a Itaipu Binacional assinaram, nesta sexta-feira (11/12), convênio no valor de R$ 26.202.191,42 para pavimentação da estrada que liga Ramilândia até Santa Helena, passando pelos municípios de Missal e Diamante d’Oeste. A obra irá abranger uma extensão de aproximadamente 26 quilômetros, garantindo maior segurança e facilidade para o transporte de alimentos, escoamento de safra e deslocamento entre as cidades.
A solicitação para pavimentação junto ao Governo do Estado surgiu por meio de iniciativa do deputado estadual Paulo Litro (PSDB) em conjunto com os prefeito de Ramilândia, Wilson Bonamigo; de Santa Helena, Evandro Grade (Zado) e de Missal, Eduardo Staudt. A Lar Cooperativa Agroindustrial também teve um papel importante ao elaborar e doar aos municípios os projetos executivos para realização da obra.
“Esse é um momento histórico para a região oeste, que receberá um grande investimento estruturante que irá beneficiar milhares de pessoas e fortalecer a economia local. A pavimentação dessa estrada era uma de nossas bandeiras e que agora, graças ao trabalho em conjunto com os prefeitos, a Lar Cooperativa e com total apoio do governador Ratinho Junior e do secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, começa a se tornar realidade”, destacou Paulo Litro.
Em 2019 o deputado intermediou reuniões entre os representantes dos municípios de Ramilândia, Santa Helena e Missal junto ao secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, para debater formatos de convênios e trâmites burocráticos para a pavimentação da estrada, bem como participou das conversas com a Lar Cooperativa Agroindustrial para elaboração dos projetos executivos.
Com a assinatura do convênio finalizada, será feita a licitação para realização da obra, que tem previsão de início em 2021 e irá contemplar uma extensão de 27 km, ligando Ramilândia até o distrito de São Roque, em Santa Helena. A expectativa é que, quando a obra for concluída, a estrada se torne um corredor econômico para as cooperativas da região, que atualmente são obrigadas a escoar a produção por percursos mais longos.
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